segunda-feira, 17 de março de 2008

Paul

Paul, apesar do seu erro, eu já havia te perdoado.
Mesmo que você não reconheça o tamanho do seu erro, Deus já havia me mostrado.
Não tenho problema com o perdão, tanto em pedir quanto em dar.
O que me convence é a sinceridade, o reconhecimento do erro, a confissão, o arrependimento.
Eu nunca vou precisar saber a verdade pela boca de um ser humano, pois além de não confiar nele, hoje, Deus me conta e me mostra tudo o que eu preciso saber.
Confiança a gente conquista. Mas, isso tudo já é passado.
Nunca vou deixar de amar você. Mas, isso não significa que poderá voltar a ser como antes.
Mas sei que você foi meu amigo e que é uma boa pessoa.
Sinto falta do amigo que eu acreditei ter tido.
Depois de você, já me tentaram fazer pior.
Mas, todos pagam pelas suas crueldades.
E a vida é assim, um acerto de contas com Deus.
Cada um carrega em si o mal ou o bem que fazem aos outros... e isso não há borracha que apague pra Deus, a não ser o arrependimento em Cristo; mas mesmo assim não se livram da punição. E ainda se perguntam porque as coisas ruins acontecem... Se esquecem tão rápido do mal que fazem! Porque não foi com eles! Mas, Deus registra tudo. E cobra.